Há alguns anos surgiu no mercado o PAC (Programable Automation Controler), cuja principal característica é a oferta de um vasto conjunto de recursos num único produto, com diversas funções prontas, tais como loops PID, lógica fuzzy, motion control, data loggers etc.

Ora, não se pode negar que o PAC foi desenvolvido num novo ambiente tecnológico, dentro de uma arquitetura e filosofia que se encaixa nos novos paradigmas. Através do PAC é possível baixar ao nível do equipamento responsável pelo controle, tarefas antes atribuídas aos supervisórios, tais como o armazenamento de dados de parâmetros, históricos, eventos etc.

O que não podemos esquecer é que os CLPs também há alguns assumiram a responsabilidade de executar todas essas tarefas. Eles foram originalmente desenvolvidos para executar lógicas discretas, depois assumiram funções de controle analógico, e hoje controlam plantas inteiras. Uma das diferenças básicas entre sPACs e CLPs são os espaços de memória que costumam ser maiores nos PACs, e consequentemente têm impacto significativo no volume de dados de parâmetros, logs etc, que podem ser armazenados. Nem vou entrar em detalhes de linguagens de programação(IEC 61131-3) porque os principais fabricantes de CLPs as oferecem hoje até em seus modelos para micro-automação.

Para os que precisam decidir sobre que plataforma adotar, a dica é verificar quais requisitos o sistema demanda. Alguns poderiam dizer que em processo onde prevalecem máquinas de estados e intertravamentos, tais como plantas com muitos acionamentos, válvulas e outros comandos discretos, e onde as malhas de controle analógico restringem-se a loops PID simples e controles por histerese, os PLCs atenderiam, e onde se tivesse muitos controles de motion, loops de controle mais arrojados e necessidade de registros de dados em tempo real, os PACs seriam mais recomendados. Contudo, quantos processos petroquímicos, laminadores, máquinas de embalar, injetoras de alto desempenho etc, estão em operação no mercado controladas por CLPs?

A verdade é que não há regra. O que existem são duas tecnologias que oferecem recursos diferentes a preços diferentes. Então, a dica é:

  1. convide integradores competentes que conheçam essas tecnologias para discutir o assunto
  2. avalie quais recursos seu processo ou sua máquina requerem
  3. solicite especificações e orçamentos de soluções com PACs e PLCs, incluindo custos de desenvolvimento, treinamento da equipe mantenedora, sobressalentes e assistência técnica
  4. avalie a vida útil do sistema e faça uma análise de curto e longo prazo considerando o suporte, a facilidade de diagnóstico e intervenção, a expansibilidade e a disponibilidade de suporte etc.

Costumamos dizer que um bom sistema não é simplesmente aquele que funciona bem, mas aquele que dificulmente pára, e quando pára, rápidamente é posto em marcha.

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Até bem recentemente, as redes industriais mais utilizadas no Brasil para periferia descentralizada poderiam ser divididas em Profibus DP, Devicenet e “o resto”. Ao que parece, essa disputa entre a Siemens e a Rockwell nunca vai acabar, mas agora o cabo vai convergir para a cor AZUL.

Entre os protocolos de comunicação que trafegam sobre ethernet para controle de periferia descentralizada estão Modbus TCP, Ethernet IP, Profinet e EtherCAT e outros. Mais uma vez, a disputa vai muito além das características técnicas de cada um. Se questionadas a Beckhoff, a VIPA, a Murr ou algum outro fabricante fortemente inserido no mercado de remotas, provavelmente se vai ouvir que EtherCAT é a rede mais eficiente. Da mesma forma, se questionada a Rockwell serão tecidos argumentos sobre o Ethernet IP, a Siemens vai defender o Profinet e a Schneider o Modbus TCP.
Nessa disputa sem fim, duas coisas são certas: a rede do futuro próximo é Ethernet, e a disputa terá fortes influências dos padrões adotados pela Siemens e pela Rockwell. Nesse “embalo”, vai se mantendo o velho caminho das tendências: Europa e America do Norte, depois o resto do mundo.
Imagino encontrar esse ano no ISA Show south America, que acontecerá de 10 a 12 de novembro, novidades sobre as próximas tendências em Industrial Networking. A VIPA, por exemplo, estrá apresentando sua nova linha de Remotas SLIO (Small and Smart), que já traz módulos de comunicação para diversos protocolos, incluindo Profinet e EtherCAT. (http://www.vipa.de/en/products/system-slio/).

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Ao contrário do que acontecia no passado, hoje é difícil encontrar um equipamento que não funcione. Como a maioria atende aos requisitos mínimos para controlarem máquinas e/ou processos, a escolha deve se basear nas respostas às seguintes perguntas:

  1. O equipamento é robusto? O que dizem outros que o utilizam a respeito?
  2. O suporte é bom? Você confia nos integradores?
  3. Se o hardware apresentar um problema, qual o tamanho da “dor de cabeça” ?
  4. Caso o fabricante descontinue a linha, há alternativas de substituição?
  5. Se você precisar integrar com outros componentes, a solução disporá de conectividade?
  6. Quanto custa?

Dentro desses parâmetros, eu destaco dentre todos os fabricantes a VIPA e a Rockwell. A VIPA é uma indústria alemã especialista em compatibilidade com Siemens e a Rockwell é uma fabricante que dispõe de uma linha completa de hardwre para automação industrial. De um lado, os recursos e o detalhismo alemão. Do outro, a praticidade americana.

Enquadrando a VIPA nos fatores de análise, temos:

  1. O equipamento é robusto e quem usa aprova.
  2. A Orkan, a Mekatronik e outros parceiros dispõem de pessoal 24h em ação.
  3. O tempo de restart é o mesmo que o dos sistemas Simatic S7-300/400.
  4. As linhas SPEED7 e System 300V podem ser substituidas por CPUs e módulos doS7-300 (no máximo, será necessário fazer configuração de hardware). As demais linhas são funcionalmente compatíveis (programáveis em Step7).
  5. A VIPA dispõe de interfaces Profibus, Ethernet, Devicenet, Modbus, Interbus, Sercos, AS-I e outras.
  6. Os preços da VIPA são normalmente muito interessantes.

Eu considero que que a análise acima deixa claro que as duas marcas (VIPA e Rockwell) são especificações vencedoras. Por isso, sua diferenciação requer outras observações.

Recentemente começamos a trabalhar com a Rockwell. Estamos falando possivelmente da maior fabricante de sistemas de automação industrial do mundo. Observe-se que ela atende a todos os requisitos acima listados de forma semelhante à VIPA, e tem uma espetacular e completa linha de sistemas de automação.

Para decidir com segurança, recomendo refinar a análise respondendo às seguintes perguntas:

  • Na região, os integradores são bons? Atendem sempre que são solicitados?
  • A equipe de manutenção é capacitada a trabalhar com qual tecnologia?
  • Que padrão de comunicação vai-se adotar? Profibus? Devicenet? ??
  • Qual a diferença de preço?

A Mekatronik trabalha sempre com os melhores sistemas em novos projetos. Os atendimentos a máquina parada, naturalmente, incluem uma ou duas outras marcas. A prioridade é atender ao cliente e fornecer a melhor solução, especificando o sistema mais adequado!

Estamos à disposição através do e-mail engenharia@mekatronik.com.br, ou do telefone 81-3272-4212. Conte conosco!

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Quem nunca procurou um produto compatível com o que já usa, de igual ou superior qualidade e com melhor preço?
Compatível com as linhas Simatic® S7-300 e S7-400 da gigante Siemens®, o SPEED7® da VIPA® possui as funcionalidades e os recurso que os integradores e clientes finais sempre desejaram: ethernet integrada, até 8X mais rápida e mais memória!

Na disputa com a Siemens®, uma coisa é certa: Ganha o consumidor!

Quando apresentado na feira de Hannover de 2005 como o CLP mais rápido do mundo, o SPEED7 foi premiado por suas características inovadoras.

Primeiro CLP a usar tecnologia ASIC. Como toda solução tecnológica, não há mágica envolvida.  O desempenho deve-se ao ASIC (PLC7001) desenvolvido pela VIPA, que já processa instruções de STEP®7.

Primeiro CLP com interface ethernet integrada.
Funcionalidade de atualização de firmware.
Memória flash integrada de até 8,0MB
Para os que não sabem, a Profichip e a VIPA têm algo em comum: um mesmo dono e diretor (Wolfgang Seel).

Tecnologia consolidada, o SPEED7 é o responsável pelo controle de grandes plantas industriais como as da Amanco, onde VIPA é padrão. São 2 anos de garantia, desempenho superior, funcionalidades adicionais e excelente suporte técnico da Orkan®, da Mekatronik, e dos demais parceiros. Não bastasse tudo isso, os clientes estão percebendo que uma das grandes vantagens em usar VIPA® é balizar os preços da gigante Siemens®.

É muito comum clientes VIPA perceberem uma redução considerável nos preços da gigante, que luta para não perder negócios.

A concorrência é feroz mas ninguém tem “tantinho assim” a dizer do produto da VIPA®. O que leva à conclusão de que o equipamento é muito bom mesmo!

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VIPA e SPEED7 são marcas registradas da VIPA.
Orkan é marca registrada da Orkan Inf. Ind. Ltda.
Mekatronik é marca registrada da Mekatronik Ind. Com. Automação Ltda.
Siemens, Simatic e Step são marcas registradas da Siemens AG.

No último ISA Show, em conversa com integradores, fabricantes e industriais, tomei ciência de um fato interessante. Algumas indústrias alemães determinam que seja SEMPRE mantida em seus parques fabrís, uma certa proporção de equipamentos VIPA e SIEMENS.

A razão para a determinação é simples e inteligente. Como os módulos e CPUs VIPA são compatíveis com os Siemens, podendo, inclusive, serem intercambiados e utilizados em configurações mistas, a indústria ganha PODER DE BARGANHA com ambos os forncedores.

A Mekatronik é integradora e representante VIPA desde 2006. Certa vez, um cliente nos fez o seguinte comentário: “Se isso que você estiver dizendo for verdade, nós estamos feitos … além do que, quem tem um fornecedor é dependente, quem tem 2 ou mais, é cliente.” O interlocutor foi Sérgio Reyes Livera, engenheiro eletrônico. Vladimir Mesquita, seu sucessor na mesma fábrica, acabou padronizando VIPA para uma série de aplicações e mantendo Siemens em outras.

Há 15 anos no mercado, a Orkan, distribuidora VIPA no Brasil, vem crescendo exponencialmente em virtude do seu know-how em projetos e da qualidade dos produtos que comercializa (VIPA, Proface, ESA e Emotron).
www.orkan.com.br

A VIPA é uma indústria alemã especialista em desenvolver e produzir hardware para automação industrial compatível com as linhas S7-300 e S7-400 da Siemens. Como diferenciais, a VIPA oferece maior velocidade de processamento(SPEED7), interfaces de comunicação diversas integradas, 2 anos de garantia e, como não poderia deixar de ser, melhor preço.
www.vipa.de
www.speed7.com

À medida que os projetos crescem, e são necessários mais processamento e pontos de i/o, a solução VIPA torna-se ainda mais interessante. O destaque vai para configurações com processamento centralizado (CPU SPEED7) e periferia descentralizada (System 200V).

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