A alemã VIPA mais uma vez surpreende com o lançamento da IM306DP, que permitirá “transformar” racks centrais de S5-115 e S5-135 em remotas Profibus DP.

Indo direto ao ponto, agora podemos realizar retrofittings S5/S7 apenas substituindo a CPU e mantendo todo o I/O, interligações etc. Por exemplo, um de nossos clientes na Mekatronik tem 4 máquinas iguais, cada uma com três racks do S5-115. Iremos substituir a CPU de uma delas por um Speed7 e deixar uma remota SLIO pronta para receber módulos de I/O. À medida em que os módulos do S5 dessa máquina forem queimando, o cliente irá substituindo-os por módulos novos na remota. Quando os módulos queimarem nas outras máquinas, ele utilizará um dos módulos da máquina convertida, substituindo-o naturalmente por um SLIO.

Ou seja, a máquina convertida se torna uma espécie de “sobressalente” para todas as outras. O cliente não precisará substituir todos os módulos de uma só vez e não corre risco algum de prolongamento do tempo de Startup uma vez que não haverá intervenção nas interligações. Se a conversão precisar de ajustes, coloca-se a CPU S5 de volta no rack e a máqunia está novamente pronta para operação.

Mais uma vez, o mercado pede e a VIPA sai na frente!

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Semana passada substituimos 4 arquiteturas Simatic S5 por hardware VIPA Speed7, System 300V e System 100V. Dentre as intervenções, 2 foram numa enchedora Krones que era controlada por dois CLPs independentes (Simatic S5 945 na enchedora, Simatic S5 095U na enxaguadora). Tal arquitetura original justifica-se pelo fato de que as máquinas (enchedora e enxaguadora) foram adquiridas individualmente e depois integradas.

O escopo do trabalho incluiu então a integração da Enchedora e da Enxaguadora em uma única CPU. Ou seja, o rack de 115U onde estava instalada a 945 foi eliminado, uma CPU Speed7 313C-2DP passou a controlar a máquina e convertemos o rack de 095 da enxaguadora numa remota do System 300V da VIPA.

Ocorre que concluída toda a instalação elétrica, quando partimos para testar a máquina, verificamos que havia uma falha. Através de funções de diagnóstico, verificamos que o problema estava justamente na nova remota.

Para nossa surpresa, haviamos deixado o cabo conversor 232/DP no escritório, de outra forma, seria fácil verificar se o problema estava na infra-estrutura de rede ou na remota. Mas, como a máquina precisava rodar, partimos para o diagnóstico de outra maneira.

Isolando o problema

Infra-estrutura de rede ou módulo de comunicação?

  1. Carregamos no Speed7 313-2DP um aplicativo sem a nova remota e fechamos o resistor de terminação de barramento na última remota da configuração original. Ou seja, desligamos a nova remota lógica e fisicamente. Então a falha saiu como já era de se esperar.
  2. Substituimos o módulo de comunicação da última remota(imediatamente anterior à nova) pelo módulo da nova. Ao partirmos novamente o Speed7, verificamos que a rede continuava estável. Então concluímos que o módulo de comunicação estava em perfeito estado de funcionamento.
  3. Instalamos o Speed7 313-2DP no rack onde estava a nova remota e utilizamos seu ponto de conexão para interligá-lo à rede. Resultado: a máquina funcionou.

Conclusão: a infra-estrutura de rede estava íntegra, assim como o módulo de comunicação.

Módulos de i/o ou conectores de barramento?

Ora, se a rede estava íntegra e os módulos de comunicação também, o problema só podia estar no rack dos componentes da nova remota. Então adotamos a velha técnica de configuração módulo-a-módulo.

  1. Conectamos à CPU Speed7 um único módulo de i/o através do bus traseiro. Resultado: OK.
  2. Prosseguimos conectando os demais módulos, um a um, e testando o rack.
  3. Quando conectamos o último módulo, verificamos que ele não estava sendo lido pela CPU. Precisavamos então saber se o problema estava no módulo, ou no barramento.
  4. Trocamos o módulo de posição e verificamos que ele estava em perfeito funcionamento, mas o outro instalado em sua posição original não mais estava sendo lido.

Resolução e considerações.

Substituimos o barramento e colocamos a máquina em marcha.

A técnica que utilizamos é muito usada para diagnóstico de falhas de hardware. É simples e eficaz. Basta ir criando projetos novos, sem programa, configurando apenas o hardware. Através de funções de monitoramento e force, deve-se tentar ler e/ou escrever em cada módulo para verificar se estão se comunicando com a CPU.

Em outros momentos, chegamos a conclusões como:

  • O barramento da cpu estava com defeito.
  • Um módulo de i/o só funcionava na última posição do rack. Qualquer módulo colocado depois dele não era lido.
  • Um conector de barramento tinha um defeito tal, que só permitia o tráfego dos dados dos módulos de i/o digital, a partir daquele ponto, nenhum módulo analógico era lido
  • Um rack de expansão estava com defeito

Realço o fato que esses problemas aconteceram com arquiteturas de diversos fabricantes diferentes, mas a forma de diagnosticar foi a mesma. Detalhe: o trabalho de diagnóstico exige calma e tranquilidade. Aprendi com meu amigo Alberto Lopes, engenheiro de manutenção, a parar pra tomar um café, ou uma água, quando estou no “pico” da pressão. E isso faz toda a diferença.

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Algum tempo atrás realizamos um retrofitting onde foi substituído um sistema de automação descontinuado por um novo do mesma fabricante.

Ocorre que percebemos que o módulo de entrada analógica do novo sistema era sensível a ruídos causados por um driver que ficava próximo ao encaminhamento dos cabos, quando o outro, apesar de mais antigo, não era. Quando ligavamos o driver o sinal flutuava tanto que não estabilizava nem por alguns segundos.

Resolvemos o problema instalando conversores CTA-03 da Contemp. Esse componente recebe o sinal de termopar e converte para 4-20mA. O filtro na entrada dele se encarregou de suprimir o ruido.

O fato é que não esperavamos ter problemas ao substituir um equipamento antigo por um novo do mesmo fabricante. Verificamos as instalações, isolamos os cabos, aterramos o encaminhamento, substituímos a fonte e até a alimentamos com um nobreak isolado da rede elétrica. Nada resolveu. Os sinais continuaram flutuando.

Para por a máquina em marcha dentro do tempo previsto, acabamos tendo que “desmanchar” boa parte do trabalho e fazer uma instalação provisória para os módulos CTA-03. Em síntese, custo adicional e não previsto de mão-de-obra e material.

Esse post é resposta a um questionamento que me foi feito via e-mail, relacionado ao meu post anterior. Para previnir esse tipo de inconveniente, adotamos desde então o procedimento de testar os módulos antes de fechar a especificação de hardware. Ou seja,  instalar o módulo em configuração resumida (CPU + 1 Mod. AI) por alguns minutos/horas e monitorar a resposta para ver se o módulo é robusto o suficiente para a aplicação.

Existem duas alternativas básicas para ler sinal de temperatura: através de módulos de entrada de temperatura (Termopar, PT100 etc) ou de módulos de entrada 0-10V ou 4-20mA e utilizar conversores. No primeiro caso, o módulo de entrada de temperatura é normalmente mais caro, mas dispensa o conversor. No segundo caso, o módulo 4-20 ou 0-10 é mais barato, mas requer o conversor. O valor final depende da aplicação (distância dos transdutores, nível de ruído, possível demanda por outros sinais analógicos etc).

Quem quiser conversar sobre alguma aplicação específica pode me contatar através do e-mail engenharia@mekatronik.com.br.

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Representante e Integradora: Mekatronik Ind. Com. Automação Ltda

engenharia@mekatronik.com.br / 81-3272-4212 / 81-9468-0001

s5_1 Os Retrofittings ganharam atenção especial nesse período em que a produção não consome as máquinas em tempo integral. Não que esse seja o cenário desejado, longe disso! Mas muitas indústrias estão sabendo aproveitar o momento para substituir sistemas antigos como o Simatic® S5 e o Altus® AL1000® por arquiteturas modernas como o VIPA® Speed7®.

Infelizmente, descontinuados há mais de 10 anos tais equipamentos já estão “velhinhos” e logo encerrarão suas atividades. Para se ter uma idéia, numa emergência pode-se pagar por uma CPU descontinuada o dobro do preço de uma configuração nova completa. Recentemente a Mekatronik realizou um  retrofitting numa enchedora Kronnes®. Só a CPU S5 estava orçada em R$ 50 mil. A nova arquitetura VIPA, posta em marcha, custou pouco mais de R$ 20 mil e contou com uma ultra-rápida CPU Speed7 com ethernet, profibus DP mestre e tempo de ciclo inferior a 1,0ms.

Para quem tem equipamentos antigos, as questões são: - quando a máquina parar, quem vai me socorrer? quanto vai custar? – e o mais importante - em quanto tempo ela estará em marcha novamente?

As respostas para essas perguntas apontam para a substituição das arquiteturas antigas por sistemas modernos. Assim, a fábrica passa a dispor de suporte e fornecimento rápido de soluções e sobressalentes.speed7_1

No caso de sistemas Simatic S5, o SPEED7 da alemã VIPA oferece a grande vantagem deser programável em Step®7 e, consequentemente, compatível com o Step5. Com isso o custo da conversão pode cair significativamente.

A experiência mostra que é muito mais barato se antecipar ao problema, que resolvê-lo depois de ocorrido.

A Orkan e a Mekatronik tem executado com excelência retrofittings em sistemas de diversas plataformas. Para maiores informações, consultar www.mekatronik.com.br(81-3272-4212) e www.orkan.com.br (11-4125-6088).

Integração de Sistemas e Projetos de Automação: Mekatronik. engenharia@mekatronik.com.br / 81-3272-4212.

Aqueles alemães eram muito bons mesmo! Quem conhece o Simatic Step5 vai concordar que, tirando a interface de programação(DOS), característica das aplicações da década de 80, o S5 já foi concebido com recursos que só recentemente outros fabricantes integraram em seus sistemas. Blocos de função parametrizáveis a carga de software em run mode são exemplos de funcionalidades importantes das quais outros equipamentos até hoje são desprovidos.

Se o Step7 é uma ferramenta fantástica, boa parte deve-se ao fato de ser um upgrade do Step5 que já era altamente sofisticado. Nossa empresa, a Mekatronik, realizou recentemente um Upgrade S5/S7. Substituimos um PLC Siemens S5-945 por um VIPA Speed7 314DPM. A arquitetura incluia 06 remotas ET200 e um bloco de I/O pneumático Festo.  A substituição do hardware não demorou 5 minutos, pois, todos os I/Os estavam em rede. Foi só desligar o cabo de rede de uma CPU e ligar na outra.

Os CLPs VIPA são excelentes alternativas para substituição de arquiteturas Step5 (conversões S5 S7), pois, todas as suas CPUs são programáveis pelo Simatic Manager, que já possui uma ferramenta de conversão de software. A cargo do integrador fica, naturalmente, a responsabilidade de analisar o relatório da conversão, intervir onde for necessário, configurar o hardware e startar o novo sistema.

Isso é compatibilidade.

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