A EcoEnergia Brasil, empresa que atua no desenvolvimento de equipamentos para eficientização energética abriu recentemente seleção para contratação de Engenheiros, Mestres e Doutores na área eletro-eletrônica. As vagas de trabalho abertas são para atuação em projetos nas seguintes linhas de P&D:

  • Smart Grids
  • Telemática
  • Inteligência Artificial
  • Processamento Digital de Sinais
  • Energias Alternativas

Para quem ainda não conhece a Eco, pode visitar seu site através do link www.ecoenergiabrasil.com. Adiantando o assunto, essa jovem empresa terá 4 novos produtos no portfólio ao final de 2010 cujo desenvolvimento está sendo subvencionado pela FINEP, a FACEPE e o CNPq em investimentos da ordem de 1 milhão de reais.

A Eco vem se destacando fortemente como empresa de P&D, conta com um corpo técnico altamente qualificado e está consolidando importantes parcerias com empresas públicas e privadas tanto para o desenvolvimento de projetos quanto de consultorias em gestão energética.

Os interessados devem enviar seus e-mails para rodrigoregis@ecoenergiabrasil.com até o dia 05 de fevereiro.

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Desenvolvemos uma aplicação em que precisamos comunicar um supervisório iFix 5.0 com uma CP 3142 da Série Ponto da Altus. Durante as verificações de detalhes de comunicação, tivemos uma dificulade estranha: conseguiamos comunicar Coils mas não Holding Registers.

Com a ajuda de um simulador modbus, nos enviado pelo Jones, da Altus, foi possível verificar que não havia qualquer problema com a rede(como já era de se esperar) nem com a CP, pois o simulador lia e escrevia valores nos holding registers sem problemas. Assim, ficamos com a configuração da comunicação (iFix <–> CP 3142), ou seja, precisavamos alinhar as ferramentas (MB1 <–> Master Tool).

Num bate papo com o pessoal da Aquarius e da Altus, verificamos que não havia qualquer incompatibilidade de protocolo. Ou seja, o padrão Modbus utilizado pela Altus é exatamente o mesmo do driver Modbus Modicon (MB1) desenvolvido para o iFix. Por tanto, o problema só poderia estar “entre a cadeira e o teclado”.

Indo mais a fundo nos detalhes, entramos nas particularidades da tabela Modbus. Para quem não conhece esse protocolo, existem áreas de registradores para cada tipo de dado. Então, por exemplo, para comunicar bits, lendo e escrevendo, utiliza-se a área de Coils, que começa no registrador de comunicação 1 e vai até o 4999. Já para comunicar valores no formato inteiro, por exemplo, deve-se utilizar os Holding Registers, que estão na faixa 40.001 até 49.999.

Estavamos apanhando num simples detalhe. Imagine que no Master Tool endereçamos o Holding Register 40.001. No simulador modbus, também, e no MB1 do iFix também. Contudo, quando dizemos para o Master Tool ou para o simulador que vamos comunicar o Holding Register número X, ambas as ferramentas somam o valor 40.000 ao endereço, o que não acontece com o iFix.

Ou seja, para comunicar o primeiro holding register da tabela modbus (endereço 40.001), é preciso configurar (40.001) no MB1 do iFix, e (1) no Master Tool. Como ao dizer ao Master Tool que estamos configurando um holding register ele soma 40.000 automaticamente ao valor do endereço, temos o endereço (40.001) em ambos os participantes.

Pronto, verificado esse detalhe, tudo funcionou perfeitamente.

Segundo o Jones, da Altus, o simulador Modbus foi desenvolvido para permitir que diferentes OEMs desenvolvam equipamentos, aplicativos e drivers para comunicação nesse protocolo e possam testá-los totalmente antes de lançá-los ao mercado. Dessa forma, podem ter certeza de que estão totalmente dentro das especificações.

Na nossa aplicação, utilizamos o simulador como um participante mestre RTU(lendo e escrevendo dados na CP 3142). Mas poderíamos tê-lo utilizado como escravo para testar a configuração do MB1 do iFix.

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Costumamos dizer na Mekatronik que um bom integrador é necessariamente um bom “aprendedor”. Quem trabalha nessa área sabe que a grande maioria dos projetos demanda tempo para estudar e conhecer novas tecnologias, componentes, máquinas, processos etc.
Nos Startups acontece algo extremamente interessante. Mesmo após as revisões de escopo, simulações e tryouts, quando se parte uma máquina ou processo o cliente sempre identifica pontos de melhoria. E é sobre esse ponto específico que quero falar.

Como um sistema de controle bem estruturado e documentado, desenvolvido prevendo flexibilidades para ajustes, expansões e algumas alterações, as solicitações dos clientes são por vezes resolvidas em alguns minutos. Porém, o que é resultado de horas de análise e “afiação do machado”, acaba por vezes parecendo ser simplesmente, uma operação “simples”.

Em parte, isso é fruto da maneira “simplista” com que nós engenheiros gostamos de explicar as coisas. Um bom engenheiro sempre consegue comparar o escoamento de uma barra de aço com o de uma liga de dinheiro “afina quando estica”, ou então o fluxo de elétrons num condutor com a mangueira de lavar o carro “os elétrons circulam, é preciso ter uma bomba propulsora (a fonte de corrente) etc. E tudo se torna “muito simples”.

O que não se pode perder de vista é que esse “simples” é resultado do esmagamento glúteo em várias “horas-bunda-cadeira” como diz o professor Trindade. Ou seja, na verdade, desenvolver uma solução flexível e atender com rapidez a uma solicitação de mudança do cliente não tem absolutamente nada de simples.

Outro dia conversando com um colega no escritório, o Tiago Ribeiro, ele comentou que Einstein uma vez disse que precisamos buscar simplificar as coisas mas sem torná-las “simples” no sentido de “banais”. Ou seja, tudo é mais simples quando se tem conhecimento. A simplificação é um produto de inteligência.

A primeira vez que fui chamado a atenção por usar inadequadamente a palavra simples foi quando desenvolvemos na universidade uma máquina e eu comentei com meu orientador que ela era “simples”. Então ele disse: – simples às vezes é um termo pejorativo. Na maioria das vezes, se você não usar simplesmente a palavra “simples”, vai encontrar o termo mais adequado.(Palavras do professor Arnaldo Cardim).

Nossa máquina não tinha nada de simples, na verdade ela era: versátil, rápida, econômica, compacta, de fácil uso, e de simples manutenção. Ou seja, por ser versátil, ela pode ser adaptada rapidamente para outras aplicações, por ser econômica, evita desperdícios, por ser compacta, pode ser instalada com pouco esforço, por ser de fácil uso, qualquer um aprende a programá-la em 5 minutos, e por ser de simples manutenção, qualquer pessoa pode cuidar desse assunto. Em outras palavras, nosso projeto sofisticado tornou simples a realização de várias tarefas subsequentes, mas não foi de forma alguma simples desenvolvê-lo e executá-lo.

Pense nisso!

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sps-visu

Imagine poder criar de forma simples e rápida uma maquete virtual de uma máquina ou processo e simulá-lo. Essa é a proposta do SPS-VISU® da alemã MHJ-Software®.

O aplicativo dispõe de elementos como cilindros e transportadores que podem ser inseridos no projeto e dispostos tal como na situação real. Projetos demonstrativos do software mostram, por exemplo, aplicações em que uma caixa trafega por transportadores atuando sensores de presença e/ou cor e sendo desviada para rotas diferentes com o uso de cilindros pneumáticos.

Outro ponto muito importante é a possibilidade de integração do SPS-VISU com o WinPLC7®. Ou seja, é possível desenvolver o software em Step7® através do WinPLC7, e simulá-lo com o auxílio do SPS-VISU. Dessa forma, pode-se monitorar o programa enquanto se observa o funcionamento do processo. Note que não estamos falando de “mais um” software de simulação, mas do que permite simular projetos na plataforma que está entre os líderes do mercado de automação industrial.

Apesar da nova versão ainda não estar disponível em inglês nem em português, o uso do SPS-VISU é muito intuitivo. A Mekatronik, empresa de automação sediada em Recife e em expansão para São Paulo, utilizou experimentalmente a versão demo do software em seus dois últimos treinamentos internos e aprovou.

O aplicativo está disponível para download através da área de downloads do site da Mekatronik. Confira!

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A Mekatronik lançou durante o ISA Show 2009 seu novo Website. A empresa contratou especialistas em Conteúdo Web e Publicidade, realizou pesquisas com clientes, parceiros e fornecedores, e superou expectativas ao lançar uma página extremamente elegante que dispõe aos usuários:

  • Um blog técnico
  • Acompanhamento de projetos on-line
  • Informações sobre seu portfólio
  • Depoimentos de clientes e referências a projetos

Se eficácia é fundamental, a empresa não perdeu tempo no lançamento que conta com informações preliminares sobre seus produtos e serviços. Como a atualização do conteúdo do site pode ser realizada pelos profissionais da própria empresa, nos próximos meses ele será fortemente enriquecido com documentação técnica, links para downloads de softwares, referências a novas tecnologias, informações sobre projetos etc.

Uma ferramenta de busca também estará sendo implementada nos próximos meses para permitir aos clientes, inclusive, encontrar links para documentações de hardwares e softwares com os quais a empresa trabalhe ao longo do tempo. Para isso, os profissionais da Mekatronik estão sendo orientados a postar no Blog conteúdos que possam facilitar a vida dos clientes e parceiros.

Acompanhei o desenvolvimento do site e devo dizer: esse é um exemplo de como o conflito é importante para a excelência. Imagine conciliar as idéias de engenheiros de automação, engenheiros de software, publicitários e webdesigners. Optamos por contratar empresas diferentes para cuidar da imagem e do desenvolvimento da página. Deu muito mais trabalho mas estamos extremamente satisfeitos com o resultado que tem recebido elogios de clientes, fornecedores e parceiros. Aproveito para parabenizar a i2 Tecnologia e o publicitário Rafael Gondim, cujos créditos são devidos pelas funcionalidades e a imagem do novo site.

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A alemã VIPA mais uma vez surpreende com o lançamento da IM306DP, que permitirá “transformar” racks centrais de S5-115 e S5-135 em remotas Profibus DP.

Indo direto ao ponto, agora podemos realizar retrofittings S5/S7 apenas substituindo a CPU e mantendo todo o I/O, interligações etc. Por exemplo, um de nossos clientes na Mekatronik tem 4 máquinas iguais, cada uma com três racks do S5-115. Iremos substituir a CPU de uma delas por um Speed7 e deixar uma remota SLIO pronta para receber módulos de I/O. À medida em que os módulos do S5 dessa máquina forem queimando, o cliente irá substituindo-os por módulos novos na remota. Quando os módulos queimarem nas outras máquinas, ele utilizará um dos módulos da máquina convertida, substituindo-o naturalmente por um SLIO.

Ou seja, a máquina convertida se torna uma espécie de “sobressalente” para todas as outras. O cliente não precisará substituir todos os módulos de uma só vez e não corre risco algum de prolongamento do tempo de Startup uma vez que não haverá intervenção nas interligações. Se a conversão precisar de ajustes, coloca-se a CPU S5 de volta no rack e a máqunia está novamente pronta para operação.

Mais uma vez, o mercado pede e a VIPA sai na frente!

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Até bem recentemente, as redes industriais mais utilizadas no Brasil para periferia descentralizada poderiam ser divididas em Profibus DP, Devicenet e “o resto”. Ao que parece, essa disputa entre a Siemens e a Rockwell nunca vai acabar, mas agora o cabo vai convergir para a cor AZUL.

Entre os protocolos de comunicação que trafegam sobre ethernet para controle de periferia descentralizada estão Modbus TCP, Ethernet IP, Profinet e EtherCAT e outros. Mais uma vez, a disputa vai muito além das características técnicas de cada um. Se questionadas a Beckhoff, a VIPA, a Murr ou algum outro fabricante fortemente inserido no mercado de remotas, provavelmente se vai ouvir que EtherCAT é a rede mais eficiente. Da mesma forma, se questionada a Rockwell serão tecidos argumentos sobre o Ethernet IP, a Siemens vai defender o Profinet e a Schneider o Modbus TCP.
Nessa disputa sem fim, duas coisas são certas: a rede do futuro próximo é Ethernet, e a disputa terá fortes influências dos padrões adotados pela Siemens e pela Rockwell. Nesse “embalo”, vai se mantendo o velho caminho das tendências: Europa e America do Norte, depois o resto do mundo.
Imagino encontrar esse ano no ISA Show south America, que acontecerá de 10 a 12 de novembro, novidades sobre as próximas tendências em Industrial Networking. A VIPA, por exemplo, estrá apresentando sua nova linha de Remotas SLIO (Small and Smart), que já traz módulos de comunicação para diversos protocolos, incluindo Profinet e EtherCAT. (http://www.vipa.de/en/products/system-slio/).

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Se você não conhecia o termo, eu também não sabia que existia uma “ciência” pra isso, mas há um ano venho estudando o assunto para o desenvolvimento de sistemas aeroespaciais aqui no ITA e INPE.
Vamos começar nosso bate-papo com um exemplo um tanto exagerado, mas muito interessante:

Digamos que um cliente te solicite a projetar um sistema que automatize a casa dele. Uma das coisas que essa pessoa te pede é a seguinte: “Eu quero um sistema que abra a porta sempre que eu chegar em casa”. Você então desenvolve um sistema que abre as portas da cozinha, do banheiro e do quarto sempre que uma pessoa chega, porém não abre a porta principal da casa. Na hora de testar o cliente percebe isso e diz a velha frase “Mas não era isso que eu queria!”. E você então retruca: ”Mas você não especificou qual porta abrir. Por uma questão de segurança, eu não fiz o mesmo com a porta principal para evitar que um ladrão invada sua casa.”

Hoje concentrado na área de Engenharia de Sistemas (sejam esses sistemas Mecatrônicos, Aeronáuticos, Aeroespaciais, de Software, entre outros), a Engenharia de Requisitos se preocupa com os objetivos, funções e restrições da vida real para sistemas.  Ela também se preocupa com a relação desses fatores para precisar as especificações do comportamento do sistema, e suas evoluções ao longo do tempo. A minha interpretação é que ela está preocupada em fazer com que os requisitos sejam bem documentados para evitar situações de mau entendimento.

Para que os requisitos sejam escritos de maneira satisfatória, é necessário que sempre se esteja praticando sua escrita. Um bom conjunto de requisitos deve ter, em minha opinião, as seguintes características mínimas:

  1. Correto: Um requisito está correto se, e somente se, for uma ação que o software deva cumprir;
  2. Não-ambíguo: Um requisito é não-ambíguo se, e somente se, ele tem apenas uma interpretação;
  3. Completo:  Todas  as  funcionalidades  e  comportamento  do  sistema  devem  estar  descritas  nas especificações;
  4. Consistente: O requisito não pode estar em conflito com outro requisito;
  5. Verificável:  Para  evitar  diferenças  relacionadas  à  concretização  do  requisito  especificado,  ele  deve  ser escrito de uma maneira que seja possível verificar se ele foi concretizado ou não.
  6. Modificável: Um sistema de  requisitos é modificável se, e somente se, sua estrutura e estilo são  tais que quaisquer mudanças nos requisitos sejam feitas facilmente, completamente e, consistentemente, enquanto retém sua estrutura e estilo.
  7. Rastreável: Um  sistema de  requisitos é  rastreável  se  a origem de  cada um dos  seus  requisitos é  clara e facilita a referência a cada requisito num desenvolvimento futuro ou na melhora de sua documentação.

Abaixo eu dou algumas dicas que auxiliarão no desenvolvimento do sistema, esteja ele no início, no meio ou no fim.

  1. Junte-se ao cliente para fazer a lista de Requisitos (ou especificação) do que está sendo pedido por ele, devendo ser escrita em um documento que explicite o funcionamento do sistema sendo assinados por ambos os lados: Cliente e Fornecedor. Isso servirá como um guia do que será desenvolvido e dos objetivos a serem alcançados para a aplicação (ou software ou sistema) em desenvolvimento. Servirá também como uma documentação para o projeto e, possivelmente, evitará possíveis constrangimentos para qualquer um dos lados.
  2. Ao se escrever um requisito, este deve ser uma sentença única.
  3. Evite usar conjunções como E e OU. Isso faz o requisito ser objetivo e evita ambigüidade na interpretação.
  4. Sempre revise as especificações, certificando-se se os requisitos estão sendo entendidos da maneira correta.
  5. Entre sempre em contato com o cliente, para o qual está sendo desenvolvido o sistema, para possíveis esclarecimentos de dúvidas dos requisitos.
  6. Faça reuniões constantes para mostrar o andamento do desenvolvimento da aplicação e, caso seja necessário, fazer as correções de possíveis erros junto ao cliente. Isso com certeza deixará o cliente satisfeito, pois ele terá total noção de como está o seu projeto.
  7. No caso de ter de corrigir o documento original dos requisitos, se certifique de que a nova versão seja também assinada por ambos os lados.

Bom, é isso aí. A prática faz a perfeição. Da mesma forma que antes parecia intuitivo desenvolver um projeto sem escrever requisitos, a partir do momento que você começar a escrevê-los, vai fazer isso intuitivamente também!

Para os que desejam mais informações,  aqui vão algumas referências:

1)  http://www.ifi.uzh.ch/rerg/teaching/past_semesters - Este é um siteum professor da Universidade de Zürich onde são disponibilizadas várias apresentações sobre Engenharia de Requisitos.

2) Norma ECSS-E-10Part1B(18November2004) – Norma Européia para a área aeroespacial

Disponível em : <http://www.itasat.redecasd.ita.br/images/6/6f/ECSS-E-10Part1B(18November2004)_Requirements_and_process.pdf>

3) IEEE-Std-830-1998.pdf e IEEE-Std-1233-1998.pdf - Normas da IEEE.

Para essa última referência, é só por os nomes dos documentos no Google que eles serão disponibilizados.

Quaisquer dúvidas, não hesitem em entrar em contato, via e-mail ou comentários, que eu tentarei esclarecê-las.

E-mail:    rpastl@gmail.com

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Participei recentemente de uma palestra da ifm sensores e gostei muito do que vi. Segundo o diretor da empresa, um dos maiores causadores de defeitos em sensores é a vibração mecânica e por isso a ifm fabrica seus sensores em filmes flexíveis.

Já no início da apresentação, ele pegou um transdutor de distância a laser e disse: esse sensor serve como peso pra papel, apontador a laser pra apresentação em data show, medição de distância e até martelo (o cara “meteu” o sensor umas 4 vezes contra a base de ferro da mesa e com força). Na hora eu não pude deixar de soltar aquela piadinha: “cada apresentação é um sensor novo, certo?”. Mas a verdade é que o sensor foi projetado para suportar altas vibrações e segundo a opinião de alguns clientes com quem conversei depois do evento, a vida útil desses sensores é mesmo superior à dos demais.

Ah, detalhe, esse sensor especificamente custa algo em torno de R$ 1.500,00 posto em Recife. Se não me falha a memória, chega a medir distâncias superiores a 10m, e sua resolução pode alcançar os décimos de milímetros a depender da distância.

Um dos pontos que mais me chamou a atenção na palestra foi que a ifm olhou para fora da empresa (para os clientes) e verificou como pode transformar sensores indutivos, capacitivos, de pressão etc, em soluções completas. Por exemplo, se ela já tinha sensores capacitivos, agora tem um dispositivo completo para acionamento de bombas com medição de nível superior e inferior. Se a medição for num tanque profundo, jogue o transdutor de pressão ao fundo do tanque que ele já está calibrado para medir o nível a partir da altura da coluna d´água. Se é um tanque de água suja ou um silo de farinha, a IFM tem soluções muito interessantes.

Em Recife, a InformeAir está iniciando um trabalho de representação da IFM (www.informeair.com) e o site da ifm é www.ifm.com.

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Venho recebendo solicitações por e-mail das instruções para habilitar a versão Lite do WinPLC7. Para os que não conhecem a ferramenta, trata-se de um aplicativo alemão para programação de CLPs Siemens S7-300 e S7-400 e VIPA Speed7, System 300V, System 200V e System 100V. A linguagem de programação é o STEP®7 da Siemens.

Outros Posts do nosso blog tratam de detalhes funcionais do WinPLC7 e contemplam link para download. Ele possui simulador integrado e a versão Lite é gratuita e habilitada a programar os CLPs da família System 100V da VIPA.

Para habilitar a versão lite, siga as instruções abaixo.

  1. Clique em Enable program functions, seguindo (Extras -> Other -> Enable Program Functions)
  2. Ao clicar, aparecerá uma caixa de texto onde você deve escrever a palavra Lite e depois clicar Ok.
  3. Depois disso, abrirá uma janela com um LE-Number, um campo para você digitar o Activation-Code e um link para o site do WinPLC7.
  4. Basta que você acesse o link, digite o código que o software te disponibiliza e preencha seus dados (você não vai receber e-mails nem qualquer coisa do tipo, o cadastro é só para estatísticas internas da empresa que fornece o software).
  5. O código de desbloqueio da versão Lite chegará pra você por e-mail.
  6. Digite o código no campo Activation-Code e clique Activate.
  7. Pronto. Seu WinPLC7 estará habilitado a programar o System 100V com todos os recursos disponíveis.

Figura 1. WinPLC7 – Enable Program Functions.

winplc7-1

Figura 2. WinPLC7 – habilitando a versão Lite.

winplc7-2

WinPLC7 – Activate LE Version.

winplc7-31

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