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Habilite o WinPLC7 Lite. É free.
Posted by Dênis Leite in . Automação Industrial on July 13th, 2009
Venho recebendo solicitações por e-mail das instruções para habilitar a versão Lite do WinPLC7. Para os que não conhecem a ferramenta, trata-se de um aplicativo alemão para programação de CLPs Siemens S7-300 e S7-400 e VIPA Speed7, System 300V, System 200V e System 100V. A linguagem de programação é o STEP®7 da Siemens.
Outros Posts do nosso blog tratam de detalhes funcionais do WinPLC7 e contemplam link para download. Ele possui simulador integrado e a versão Lite é gratuita e habilitada a programar os CLPs da família System 100V da VIPA.
Para habilitar a versão lite, siga as instruções abaixo.
- Clique em Enable program functions, seguindo (Extras -> Other -> Enable Program Functions)
- Ao clicar, aparecerá uma caixa de texto onde você deve escrever a palavra Lite e depois clicar Ok.
- Depois disso, abrirá uma janela com um LE-Number, um campo para você digitar o Activation-Code e um link para o site do WinPLC7.
- Basta que você acesse o link, digite o código que o software te disponibiliza e preencha seus dados (você não vai receber e-mails nem qualquer coisa do tipo, o cadastro é só para estatísticas internas da empresa que fornece o software).
- O código de desbloqueio da versão Lite chegará pra você por e-mail.
- Digite o código no campo Activation-Code e clique Activate.
- Pronto. Seu WinPLC7 estará habilitado a programar o System 100V com todos os recursos disponíveis.
Figura 1. WinPLC7 – Enable Program Functions.

Figura 2. WinPLC7 – habilitando a versão Lite.

WinPLC7 – Activate LE Version.

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CLP em falha de hardware. Diagnóstico, isolamento do problema e resolução.
Posted by Dênis Leite in . Automação Industrial, Assistência e suporte técnico, Notas de integração, Retrofitting/Upgrade on June 28th, 2009
Semana passada substituimos 4 arquiteturas Simatic S5 por hardware VIPA Speed7, System 300V e System 100V. Dentre as intervenções, 2 foram numa enchedora Krones que era controlada por dois CLPs independentes (Simatic S5 945 na enchedora, Simatic S5 095U na enxaguadora). Tal arquitetura original justifica-se pelo fato de que as máquinas (enchedora e enxaguadora) foram adquiridas individualmente e depois integradas.
O escopo do trabalho incluiu então a integração da Enchedora e da Enxaguadora em uma única CPU. Ou seja, o rack de 115U onde estava instalada a 945 foi eliminado, uma CPU Speed7 313C-2DP passou a controlar a máquina e convertemos o rack de 095 da enxaguadora numa remota do System 300V da VIPA.
Ocorre que concluída toda a instalação elétrica, quando partimos para testar a máquina, verificamos que havia uma falha. Através de funções de diagnóstico, verificamos que o problema estava justamente na nova remota.
Para nossa surpresa, haviamos deixado o cabo conversor 232/DP no escritório, de outra forma, seria fácil verificar se o problema estava na infra-estrutura de rede ou na remota. Mas, como a máquina precisava rodar, partimos para o diagnóstico de outra maneira.
Isolando o problema
Infra-estrutura de rede ou módulo de comunicação?
- Carregamos no Speed7 313-2DP um aplicativo sem a nova remota e fechamos o resistor de terminação de barramento na última remota da configuração original. Ou seja, desligamos a nova remota lógica e fisicamente. Então a falha saiu como já era de se esperar.
- Substituimos o módulo de comunicação da última remota(imediatamente anterior à nova) pelo módulo da nova. Ao partirmos novamente o Speed7, verificamos que a rede continuava estável. Então concluímos que o módulo de comunicação estava em perfeito estado de funcionamento.
- Instalamos o Speed7 313-2DP no rack onde estava a nova remota e utilizamos seu ponto de conexão para interligá-lo à rede. Resultado: a máquina funcionou.
Conclusão: a infra-estrutura de rede estava íntegra, assim como o módulo de comunicação.
Módulos de i/o ou conectores de barramento?
Ora, se a rede estava íntegra e os módulos de comunicação também, o problema só podia estar no rack dos componentes da nova remota. Então adotamos a velha técnica de configuração módulo-a-módulo.
- Conectamos à CPU Speed7 um único módulo de i/o através do bus traseiro. Resultado: OK.
- Prosseguimos conectando os demais módulos, um a um, e testando o rack.
- Quando conectamos o último módulo, verificamos que ele não estava sendo lido pela CPU. Precisavamos então saber se o problema estava no módulo, ou no barramento.
- Trocamos o módulo de posição e verificamos que ele estava em perfeito funcionamento, mas o outro instalado em sua posição original não mais estava sendo lido.
Resolução e considerações.
Substituimos o barramento e colocamos a máquina em marcha.
A técnica que utilizamos é muito usada para diagnóstico de falhas de hardware. É simples e eficaz. Basta ir criando projetos novos, sem programa, configurando apenas o hardware. Através de funções de monitoramento e force, deve-se tentar ler e/ou escrever em cada módulo para verificar se estão se comunicando com a CPU.
Em outros momentos, chegamos a conclusões como:
- O barramento da cpu estava com defeito.
- Um módulo de i/o só funcionava na última posição do rack. Qualquer módulo colocado depois dele não era lido.
- Um conector de barramento tinha um defeito tal, que só permitia o tráfego dos dados dos módulos de i/o digital, a partir daquele ponto, nenhum módulo analógico era lido
- Um rack de expansão estava com defeito
Realço o fato que esses problemas aconteceram com arquiteturas de diversos fabricantes diferentes, mas a forma de diagnosticar foi a mesma. Detalhe: o trabalho de diagnóstico exige calma e tranquilidade. Aprendi com meu amigo Alberto Lopes, engenheiro de manutenção, a parar pra tomar um café, ou uma água, quando estou no “pico” da pressão. E isso faz toda a diferença.
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SPEED7: o mercado pediu. Os alemães desenvolveram!
Posted by Dênis Leite in . Automação Industrial, Especificação de CLPs on April 19th, 2009
Quem nunca procurou um produto compatível com o que já usa, de igual ou superior qualidade e com melhor preço?
Compatível com as linhas Simatic® S7-300 e S7-400 da gigante Siemens®, o SPEED7® da VIPA® possui as funcionalidades e os recurso que os integradores e clientes finais sempre desejaram: ethernet integrada, até 8X mais rápida e mais memória!
Na disputa com a Siemens®, uma coisa é certa: Ganha o consumidor!
Quando apresentado na feira de Hannover de 2005 como o CLP mais rápido do mundo, o SPEED7 foi premiado por suas características inovadoras.
Primeiro CLP a usar tecnologia ASIC. Como toda solução tecnológica, não há mágica envolvida. O desempenho deve-se ao ASIC (PLC7001) desenvolvido pela VIPA, que já processa instruções de STEP®7.
Primeiro CLP com interface ethernet integrada.
Funcionalidade de atualização de firmware.
Memória flash integrada de até 8,0MB
Para os que não sabem, a Profichip e a VIPA têm algo em comum: um mesmo dono e diretor (Wolfgang Seel).
Tecnologia consolidada, o SPEED7 é o responsável pelo controle de grandes plantas industriais como as da Amanco, onde VIPA é padrão. São 2 anos de garantia, desempenho superior, funcionalidades adicionais e excelente suporte técnico da Orkan®, da Mekatronik, e dos demais parceiros. Não bastasse tudo isso, os clientes estão percebendo que uma das grandes vantagens em usar VIPA® é balizar os preços da gigante Siemens®.
É muito comum clientes VIPA perceberem uma redução considerável nos preços da gigante, que luta para não perder negócios.
A concorrência é feroz mas ninguém tem “tantinho assim” a dizer do produto da VIPA®. O que leva à conclusão de que o equipamento é muito bom mesmo!
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VIPA e SPEED7 são marcas registradas da VIPA.
Orkan é marca registrada da Orkan Inf. Ind. Ltda.
Mekatronik é marca registrada da Mekatronik Ind. Com. Automação Ltda.
Siemens, Simatic e Step são marcas registradas da Siemens AG.
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